Ano litúrgico C – 03 – Ciclo Pascal – 10 – 2º Domingo da Páscoa

Ano litúrgico C – 2º Domingo da Páscoa – Cor litúrgica: Branca – Leituras: Atos 5.27-32; Salmo 118.14-29 ou Salmo 150; Apocalipse 1.4-8; João 20.19-31.

 

Processional

Prelúdio

Saudação (Apocalipse 1.4-5a)

Que a graça e a paz lhes sejam dadas da parte de Deus, aquele que é, que era e que há de vir; da parte dos sete espíritos que estão diante do seu trono e da parte de Jesus Cristo, a testemunha fiel! Ele é o primeiro Filho, que foi ressuscitado e que governa os reis do mundo inteiro.

Oração de Adoração

Chamada a Adoração (Salmo 150.1-2)

Oficiante: Aleluia! Louvem a Deus no seu Templo.

Povo: Louvem o seu poder, que se vê no céu.

Oficiante: Louvem o Senhor pelas coisas maravilhosas que tem feito.

Povo: Louvem a sua imensa grandeza.

 

Cântico Congregacional

Chamada à confissão (Salmo 118.24-25)

Este é o dia da vitória de Deus, o Senhor; que seja para nós um dia de felicidade e alegria! Salva-nos, ó Senhor, salva-nos! Dá-nos prosperidade, ó Deus!

 

Cântico Congregacional

Oração silenciosa

Oração de confissão

Declaração de perdão (Salmo 118.21, 28-29)

Oficiante: Tu és o meu Deus — eu te louvarei; tu és o meu Deus — eu anunciarei a tua grandeza.

Povo: Deem graças a Deus, o Senhor, porque ele é bom e porque o seu amor dura para sempre.

Oficiante: Ó Deus, eu te louvo porque me escutaste e me deste a vitória.

 

Saudação da paz

Cânticos de Louvor

Oração por iluminação

Leitura do Antigo Testamento Salmo 118.14-29 ou Salmo 150

Leitura do Novo Testamento Atos 5.27-32; Apocalipse 1.4-8; João 20.19-31

Proclamação da Palavra Atos 5.27-32; Salmo 118.14-29 ou Salmo 150; Apocalipse 1.4-8; João 20.19-31

Afirmação de fé Confissão de Fé Brasileira (Redigida no Rio de Janeiro pelos pastores calvinistas franceses Jean de Bourdel, Mattieu Verneuil, Pierre Boudon, sacrificados por Villegaignon na Baía da Guanabara a 19 de fevereiro de 1558)

Cremos em um só Deus, imortal e invisível, criador do céu e da terra, e de todas as coisas, tanto visíveis como invisíveis, o qual é distinto em três pessoas: o Pai, o Filho e o Santo Espírito, que não fazem senão uma mesma substância eterna e uma mesma vontade; o Pai, fonte do começo de todo o bem; o Filho, eternamente gerado do Pai, o qual, cumprida a plenitude do tempo, se manifestou em carne ao mundo, sendo concebido do Espírito Santo, nascido da Virgem Maria, feito sob a Lei para resgatar os que sob ela estavam, a fim de que recebessem a adoção de próprios filhos; o Santo Espírito, procedente do Pai e do Filho, mestre de toda a verdade, falando pela boca dos profetas, sugerindo todas as coisas que foram ditas por nosso Senhor Jesus Cristo aos apóstolos. Este é o único consolador em aflição, dando constância e perseverança em todo bem.

 

Ofertório

Cântico Congregacional

Oração de Intercessão

Convite à mesa (1Co 11.28, 33)

Portanto, que cada um examine a sua consciência e então coma do pão e beba do cálice. Portanto, meus irmãos, quando vocês se reunirem para a Ceia do Senhor, esperem uns pelos outros.

 

Oração do Senhor

Instituição da Ceia do Senhor

O Partir do Pão

Comunhão do povo

Oração após a Comunhão

Envio (Apocalipse 1.5b-6)

Ele nos ama, e pela sua morte na cruz nos livrou dos nossos pecados, e fez de nós um reino de sacerdotes a fim de servirmos ao seu Deus e Pai. A Jesus Cristo sejam dados a glória e o poder para todo o sempre! Amém!

 

Bênção

Amém

Poslúdio

Pastorais

Avisos

Recessional

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