Poesia

Veleiro

Um banco no cais,
lá está sentado aquele rapaz.
Mas não é lá que ele quer estar.
Seu coração quer o mar.
Seu coração quer amar.

Não é no cais
que ele encontra sua paz.
Sua paz é o mar aberto.
Ele não quer mais o cais,
ele quer a tempestade,
ele quer a bonança,
ele quer o mar,
ele quer amar.

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