Poesia

Não vejo o amanhã

Não vejo o amanhã.
Calei o passado em mim
e ele me cegou o amanhã.

Visito, revisito meu passado.
Procuro o que fui
para saber o que serei.

Nessa eterna viagem
me vejo sem força,
me vejo só,
me vejo vazio.

“guarda ancora quanta vita c’è”
(Vallest/Datti)

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