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A morte de Jesus

Desde o meu nascimento, fui entregue aos teus cuidados; desde que nasci, tu tens sido o meu Deus. Salmo 22:10

É parte da teologia Reformada afirmar que a salvação é plano divino desde a fundação do mundo. Tal verdade precisa ser olhada também na perspectiva dos acontecimentos que rememoramos no dia de hoje. Hoje é sexta-feira da Paixão. Dia que olhamos para a cruz, mas ela não está vazia, ela está com Jesus pendurado nela. Dia que olhamos para tudo o que antecedeu tal crucificação: a prisão, o julgamento, os escárnios, os açoites, as dores, o manto, a coroa, a caminhada até o monte do Calvário, tudo o que envolve a morte de Jesus.

Não gostamos de olhar para o sofrimento de Jesus. Tanto isso é verdade que o cristianismo reserva o domingo para cultuar pois é o dia da ressurreição, o dia da vitória da vida sobre a morte. Outro fato que corrobora é a quantidade mínima de cânticos que falam do sofrimento de Jesus, sem citar a ressurreição. Olhar para a morte de Jesus é necessário para que compreendamos que ele cumpria os desígnios de Deus e que todo aquele sofrimento tem o peso do meu e do seu pecado.

Oração: Deus, como é difícil contemplar a cruz, como é difícil reconhecer ali o meu pecado. Obrigado por tão grande amor por mim. Em nome de meu Senhor e Salvador Jesus Cristo é que oro. Amém.

Reverendo Giovanni Campagnuci Alecrim de Araújo
Pastor da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil

 

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