Poesia

Duotone

Duas cores há que nunca d’antes,
com tanto zelo e paixão,
ganharam minha admiração.

A primeira, símbolo feminino,
leva-me ao céu por contemplar
tão suave cor, em tão suave andar.

A segunda faz de mim prisioneiro,
cor de tronco, é firme também ao se movimentar.
Prende-me os olhos e os sentidos, em seu caminhar.

No rosa contemplo, feliz e atento,
pequenos detalhes, suaves curvas,
que se desenham tecido a dentro.

No marrom me prendo, sem desviar
o olhar para outro lugar, se não as curvas
que, num leve e lindo tecido, envolve-me em seu caminhar.

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