Sermões

À caminho de Jerusalém

José é mais um em meio à multidão. Saíra da região de Hebrom e seguia com sua família para Jerusalém com o intuito de adorar. No  caminho, entoam os salmos de romagem. José participa de cada um deles. Ao chegarem ao cântico “das profundezas clamo a ti, Senhor”, a voz de José embarga. Ele se lembra dos problemas que o assolavam. Havia feito e dito coisas horríveis em sua casa. Não conseguia perdoar e pedir perdão, estava angustiado e carecia da orientação de Deus, sentia como se IAVÉ estivesse distante dele. Sente as lágrimas escorrerem pelo rosto quando canta o verso quatro.

Como se vê, o perdão está nas tuas mãos,
e essa é a razão de seres adorado.

Ainda com lágrimas nos olhos, ele continua a entoar o Salmo 130. Seus erros passam em sua mente enquanto entoa o verso cinco.

Oro ao Eterno — minha vida é uma oração —
e depois espero para ver o que ele dirá e fará.

O salmo prossegue para a imagem da espera pelo alvorecer, como quem espera o sol da justiça. José sente seu coração se acalmar. Ele vê que Deus está com ele e sua redenção é generosa. José agora estampa um sorriso no rosto. Sabe que o caminho do perdão é duro, mas sabe que Deus está com ele sempre e a misericórdia e o amor de IAVÉ são generosos.

——
Inspirado no Salmo 130, desenvolvido para ser aplicado no sermão. Versão do texto bíblico citada acima: Tradução Contemporânea A Mensagem.

Reverendo Giovanni Alecrim
Pastor da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil

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